sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Capítulo 18 - Justiça


Mariana de Sagitário.

            “A maioria das garotas da minha idade está dormindo à uma hora dessas, mas eu estou fazendo isso? Não! Estou aqui, tentando salvar o mundo...
            Mariana não conseguia tirar esse pensamento da cabeça. Não que ela estivesse arrependida de ter assumido a responsabilidade como amazona, mas às vezes ela sentia falta de ser uma garota normal, como todas as outras, se bem que nenhuma delas consegue soltar raios com as mãos... “Azar o delas.
            Enquanto corria ela também não conseguia deixar de pensar em seu irmão. Ele havia ido até o templo de Apolo com as meninas de bronze, mas será que eles estavam bem?
            Como que para responder sua pergunta ela pôde sentir o cosmo de Bia explodir em puro poder, e ao olhar para cima ela pode ver um ponto brilhante ao longe, as batalhas no templo haviam começado, esse foi o primeiro resquício de poder vindo de lá, mas ela não podia se preocupar muito com o que acontecia lá em cima, pelo menos não até todos os filhos de Apolo estivessem mortos na Terra.
            Fogo! Em meio a tantos pensamentos e lembranças Mariana não prestou muita atenção aonde ia, e quando deu por si ela estava em frente ao shopping da cidade, e este havia acabado de explodir em chamas bem diante dos seus olhos. Sem nem ao menos hesitar, ela adentrou o local.
            Já lá dentro ela pode perceber três coisas. Primeira: O calor lá dentro estava infernal. Segunda: O fogo não tinha consumido tudo, mas a maior parte das lojas estavam completamente destruídas. Terceira: Essa explosão não tinha acontecido por acaso, alguém estava ali.
            Ao se virar para tentar achar o inimigo ela foi pega de surpresa. As chamas que antes bruxuleavam por toda volta se reuniram em uma grande e única chama ameaçadora e tomaram a forma de uma enorme flecha, que vinha a toda velocidade em sua direção.
            – IMPULSO DE LUZ DE QUÍRON! – Gritou Mariana.
            Um poderoso tufão de ventos dourados foi liberado de seu corpo, os ventos eram tão fortes que apagaram as chamas da flecha.
            – Santo Deus, isso foi realmente impressionante. – Em meio à fumaça uma voz chegou até Mariana. Um cavaleiro apareceu aplaudindo devagar e olhando para ela. Sua armadura era alaranjada, como a de todos os filhos de Apolo, e tinha características estranhamente familiares, que lembravam muito penas e pontas de flechas. – Sério mesmo, nunca vi um golpe assim.
            – Então se prepare pra ver muitos iguais a esse antes de morrer... – Mariana não perdeu tempo e partiu pra cima do cavaleiro.
            Quando estava bem perto ela disparou um soco no rosto redondo e moreno do filho de Apolo. A força do golpe fez com que ele cambaleasse alguns passos para trás, um hematoma roxo tomou forma em sua bochecha.
            – Eu descobri quem você é. – Disse Mariana. – Você é o Bruno. O cara que toca bateria na banda do meu irmão...
            – Eu mesmo, em carne, osso e poder... Mas agora me diga: Onde está o seu irmão? – Disse ele, pondo um toque de agressividade nas últimas palavras.
            – Que cargas d’água fazem você pensar que eu vou te contar?
            – Você é muito irritante, garota...
            – Quem te contou isso? Meu irmão?
            O rosto de Bruno se contorceu numa careta de raiva e ele partiu para cima de Mariana. Mas, por causa do seu tamanho, ele não conseguia ser tão rápido quanto à amazona, que era pequena e ágil.
            Bruno, então partiu com força bruta em vez de velocidade, ele concentrou toda sua força no punho direito e disparou um soco contra Mariana, que, por sua vez, se abaixou e contra-atacou com uma rasteira, fazendo o inimigo ir ao chão.
            Ela tentou puxá-lo pela perna, mas ele era muito grande para o seu tamanho, ela não conseguiu movê-lo nenhum centímetro.
            – HAHAHA! – Riu-se Bruno. – Você é fraca, garota. Nunca vai conseguir me derrotar com toda essa “força”. – Ele se levantou e destacou a ultima palavra com aspas imaginárias.
            – Eu não preciso de muita força pra acabar com um fracote como você! – Gritou Mariana, levantando vôo. – Eu tenho certeza que minha velocidade é suficiente contra você!
            Mariana então se concentrou e elevou um pouco do seu cosmo, e então ela pôde sentir seu corpo cada vez mais leve e solto, e foi nesse exato momento que ele começou os ataques.
            Ela pôs os pés em um dos pilares do local, e, com muita velocidade, pulou para outro. E a confusão de Bruno era visível. Enquanto ela estava no segundo pilar ele ainda olhava para o primeiro e com essa mesma velocidade ela desceu e atacou com um chute nas costas. Antes que ele pudesse se dar conta de que ela estava atrás dele, ela já havia pulado para outro pilar completamente diferente.
            – Covarde! – Gritou Bruno. – Apareça!
            – Eu estou aqui... Na verdade eu nunca saí daqui... – Disse Mariana, parando e se segurando em um dos pilares.
            – Então essa é a sua jogada? – Perguntou ele. – Não vai mais funcionar!
            Bruno correu na direção do pilar em que Mariana estava e o socou com toda a força. Este que já estava decrépito, por causa dos incêndios, rachou completamente e começou a desmoronar, e foi aí que Mariana percebeu seu plano. Ele queria destruir todos os pilares para que ela não tivesse onde se apoiar, mas seu plano havia falhas.
            Antes que o primeiro pilar caísse com ela ainda lá, ela saltou para outro.
            – Eu estou aqui... – Cantarolou a amazona.
            Ele se voltou para onde ela estava e fez o mesmo com este, que começou a se romper com o impacto. E assim prosseguiu a luta até que Mariana se pendurou no último pilar. A diferença no ambiente era visível, estava mais do que claro que esse pilar no qual a amazona se apoiava era a única coisa que impedia a estrutura de ruir completamente, mas, ao que parecia, ela era a única que via isso.
            – Agora você não tem pra onde correr! – Gritou o filho de Apolo.
            E, como o esperado, ele golpeou o último pilar. Antes que este caísse Mariana saltou para cima e atravessou o teto, voltando para o ar fresco da madrugada. Ela planou e olhou para baixo e viu a estrutura do shopping tremer e ir abaixo.
            Mas ela sabia que não havia acabado, aquilo não seria o suficiente para derrotar um filho de Apolo daquele nível.
            – Você não pensou que destruir uma edificação comigo dentro iria me derrotar, pensou? – De alguma forma Bruno havia saído de lá antes dela, e agora ele lhe prendia em uma chave de braço. – Acho que não. Mas eu tenho certeza que você pensou que eu era um cara lento, não foi? Então deixa eu te contar uma coisa: Eu represento o arco e flecha, eu sou rápido.
            Com isso Bruno fez um movimento e ambos começaram a mergulhar em direção ao chão.
            – METEORO CORTANTE! – Gritou Bruno.
            Assim que o filho de Apolo proferiu essas palavras ambos começaram a pegar fogo e a ganhar velocidade, como se realmente fossem um meteoro, mas Mariana parecia ser a única a sofrer queimaduras.
            Não demorou muito para que o chão estivesse perto de mais e o cavaleiro soltasse a amazona com toda força. O impacto foi imenso, e uma enorme nuvem de poeira subiu com o impacto. E depois de tudo...
            Escuridão.
            Mariana não conseguia sentir suas pernas nem seus braços, mas, de alguma forma, sabia que estava viva. Ou isso, ou algo ainda a mantinha viva... Mas o que?
            Foi aí que uma lembrança antiga, vinda dos confins da sua memória lhe veio em mente:


            – Para com isso garoto, você é muito chato! – Gritou Mariana sentada no banco do transporte escolar tentando prender o cinto de segurança.
            Ela tinha por volta dos seis anos e eles tinham acabado de se mudar para Juazeiro, e esse era o terceiro dia de aula.
            Um garoto chamado Laélio tinha pegado a parte brilhante do cindo de segurança e, com ele, estava pondo o reflexo do sol em seus olhos, e isso a deixava irritada.
            Eu não vou parar, por que você é pequenininha, e fraquinha, e não pode fazer nada, não é? – Devolveu o garoto, continuando com a provocação.
            Ah, você vai parar sim! – A voz de Matheus, irmão de Mariana ressoou através da porta do carro, que, como se fosse mágica, se abriu logo depois que ele falou. – Ou você para, ou eu faço você parar...
            E quem é você, filho da diretora? – Perguntou Laélio. Mirando o reflexo do sol nos olhos de Matheus.
            Não... – Disse Matheus entrando no carro completamente seguro, como se a luz do sol não lhe incomodasse nem um pouco. – Mas eu não preciso ser filho da diretora pra fazer você engolir esse cinto.
            Porque você fica defendendo essa garota besta? O que ela fez pra você? – Disse Laélio com medo na voz.
            Ela é minha irmã!
            O que é que está acontecendo aí? – Perguntou Sr. Marcelino, motorista do transporte escolar.
            Nada... – Laélio se apreçou em dizer. – Só estamos nos conhecendo.
            É bom mesmo...


            Era isso. Isso era o que a mantinha viva. Seu irmão sempre a protegeu com tudo o que podia, e ela nunca teve a oportunidade de retribuir. Essa agora era a sua chance.
            Mariana abriu os olhos e pode perceber algumas coisas. Ela estava viva e seu corpo emitia um brilho dourado como nunca havia feito antes, ela estava dentro de uma enorme cratera, provavelmente conseqüência do golpe, e ela estava mais forte do que nunca. Sua armadura tinha uns arranhões feios, mas nada que viesse a atrapalhar. Ela se levantou devagar e o seu elmo caiu. Ela olhou-o por alguns segundos e levantou vôo.
            E que vôo! Sua velocidade nunca esteve tão alta, e a sensação de liberdade era, sem duvida nenhuma, a melhor que já experimentara, mas ela aproveitou pouco. Alguma coisa se aproximava por trás dela, e vinha rápido.
            Ela se virou depressa e estendeu a mão, que segurou firme o pescoço de Bruno. Mariana afrouxou o aperto, o suficiente para ele poder falar.
            – Como você sobreviveu? – Perguntou ele.
            – Um golpe fraco como aquele não mataria nenhum humano comum, imagina um cavaleiro de ouro...
            Mais uma vez Bruno demonstrou uma expressão enraivecida tentou socar Mariana no rosto. A garota se esquivou, mas isso fez com que soltasse Bruno. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, a amazona foi certeira em um chute no seu rosto que fez com que ele voltasse alguns metros para trás.
            Não demorou muito para que ele voltasse para cima dela numa velocidade assustadora, a única opção que ela tinha era também ir de encontro a ele, e assim foi feito. Quando ambos se encontraram, por coincidência os dois punhos se chocaram. Eles então recuaram e voltaram a se chocar, sempre com o mesmo punho, com a mesma força imprimida no golpe.
            Depois de alguns segundos Bruno mostrou uma reação mais efetiva. Seu punho brilhava intensamente e ele gritou:
             – PUNHO EXPLOSIVO!
            Seus punhos se encontraram e Mariana pode sentir a dor se espalhar pelo seu braço, que estava prestes a se partir.
            “Isso não vai acontecer!
            – TROVÃO ATÔMICO!
            Mariana pode sentir a eletricidade percorrer o seu braço, acalmando a dor, quando ela chegou à mão tomou a forma de um raio de luz e atingiu Bruno, que ficou flutuando atordoado em pleno ar. A amazona não perdeu tempo e meteu-lhe um soco no estomago com tamanha força que fez com que ele caísse em alta velocidade em direção ao chão, caindo a poucos metros de distância da cratera que ela mesma formara.
            Ela desceu até lá.
            – Agora me diga: O que você quer com o meu irmão?
            – Ele tem que morrer. – Disse Bruno, se apoiando nos cotovelos.
            – Mas ele já está indo para o templo de Apolo, o que mais você poderia querer?
            – Você não entende, não é? Ele não terá uma morte qualquer... Ele tem que morrer na frente de Virgem, pois ela tem que sofrer! A dor que ela causou ao meu mestre, Apolo, pode ser sentida também pelos seus filhos! Ele tem que morrer, para saciar a sede de vingança dele!
            Mariana não conseguia acreditar no que ouvia. Certo que a raiva que Erik sentia com certeza era enorme, mas pra que tudo isso? Acabar com uma vida, e logo a do seu irmão, que sempre esteve do lado certo, e nunca fez nada de ruim...
            – Você só pode estar brincando comigo...
            – Eu não estou brincando. – Disse Bruno se levantando rapidamente e segurando Mariana pelo pescoço. – Agora me diga: Onde está Virgem?
            – Pensei que você estivesse procurando por Matheus...
            – Você acabou de me dizer onde ele está, tolinha, e ele está indo direto para a boca do lobo... Vou perguntar pela última vez: Onde está Virgem!
            – Morra! – Gritou Mariana com raiva.
            Infelizmente, para ela, a sorte não estava do seu lado. O cosmo de Lays pôde ser sentido ao longe, pois uma enorme luz roxa de energia cósmica surgiu. Ela estava entrando em combate e Bruno acabara de perceber isso.
            – FLECHA BIDIMENCIONAL! – Gritou Bruno.
            Seu poder agora estava bem diferente, e não tinha nada a ver com o calor que ele usara durante toda a batalha, aquilo era uma força muito bruta. Dessa vez o poder estava mais refinado.
            O punho dele havia se transformado numa flecha e essa flecha estava sendo direcionada para o peito de Mariana, ela tinha que fazer alguma coisa.
            – DESTRUIÇÃO INFINITA!
            Mariana reuniu todo o poder do Trovão Atômico no seu corpo e começou a concentrá-lo, mas ela não tinha tempo. Ao mesmo tempo que a flecha a atingiu, o poder foi liberado, o que fez com que a armadura de Bruno ficasse em mil pedaços e ele fosse atirado para longe dela. A amazona caiu no chão.
            Uma falta de ar tomou conta do seu corpo, mas não doía. Era uma sensação estranha, como se seu ferimento estivesse puxando o resto de seu corpo para dentro. Ela tentava resistir, mas era mais forte que ela.
            – É impossível. – Bruno caminhava cambaleando e mancando devagar em sua direção, sua armadura não o protegia mais e a única coisa que o vestia era um par de calças. – Em um segundo você será transportada para o nada. E não há absolutamente nada que você possa fazer com relação a isso.
            De alguma forma as palavras dele intensificaram a força do poder e ela parou de resistir. E mais uma vez:
            Escuridão.
            Mas dessa vez era diferente. Ela podia sentir todos os seus membros, e até podia tocar o chão, um chão invisível, mas ela sabia que estava pisando em algo suficientemente forte para agüentar seu peso.
            Ela abriu os olhos, mas nada mudou, a escuridão reinava no local. A falta de ar permanecia. Mariana percebeu que a sensação não lhe era estranha, e ela sabia exatamente de onde a conhecia.
            Há alguns meses ela passou um tempo treinando com Miguel, que acabara de morrer em combate. Nesse meio tempo ele a havia ensinado como sair de outras dimensões, para isso, ele usou um de seus ataques para mandá-la a outra dimensão. O treinamento foi completamente bem sucedido.
            Porém algum tipo de poder a estava prendendo naquela dimensão, ela não conseguia sair de lá.
            – É impossível tentar sair daí... – A voz de Bruno ressoou por todo o local, reverberando em seus ouvidos, o que lhe causava dor. – Meu poder está prendendo você aí. Em questão de segundos você não terá oxigênio nenhum. E morrerá. Você não tem saída. Aproveite sua estadia no Nada.
            A voz parou de reverberar, mas o poder que a segurava no Nada ainda era intenso. O que ela faria agora? Tudo no que ela acreditava, tudo pelo que ela lutava, tudo seria destruído em questão de segundos. Mas talvez esse fosse seu destino... Talvez esse fosse o destino dos bons: Morrer tragicamente em batalha.
            As imagens dos rostos de John, Rayssa, Soraya e Miguel apareceram em sua mente. Todos eram boas pessoas, e cavaleiros leais, mas agora eles estavam mortos... Onde estava à justiça nisso? Aonde?!
            Justiça...
            A palavra tomou o lugar dos rostos dos cavaleiros em sua mente, e, lentamente foi tomando a forma de uma flecha, e foi aí que uma luz caiu sobre ela. Nem tudo estava perdido... Mariana usou as últimas gotas de oxigênio que lhe restavam, tomou ar, e gritou:
            – Bruno! Eu sei que você pode me ouvir! Então ouça com atenção! – Ela tomou ar mais uma vez e voltou a gritar: – Não é porque você me enviou para outra dimensão que eu vou parar de lutar, que eu vou simplesmente desistir! Porque a justiça está do meu lado, e é ela quem vai destruir você!
            – HAHAHA! Você tem espírito de guerreira, mas sua mente ainda é a de uma criança... Não existe justiça nesse mundo, minha jovem, há apenas o poder, e aqueles que são espertos o bastante para lidar com ele.
            Mariana não quis mais ouvir, lentamente puxou o arco da armadura de Sagitário que estava preso às suas costas, e a flecha que estava acoplada ao seu ombro.
            – Não adianta! Uma flecha nunca irá me atingir! Ou você esqueceu que está no Nada?
            – Eu não esqueci. Mas essa não é uma flecha qualquer... A flecha de Sagitário é uma arma única dentre os cavaleiros. Ela é a única que pode atravessar dimensões e atingir o inimigo aonde quer que ele esteja. E ele nunca se volta contra o bem. FLECHA DA JUSTIÇA!
            Mariana disparou a flecha, que percorreu vários metros antes de desaparecer. Depois de alguns segundos a pressão que a mantinha presa no Nada cedeu. E ele pôde se mover com mais liberdade. A primeira coisa que ela fez foi ligar seu cosmo com os resquícios de poder da flecha que acabara de ser disparada e se tele transportar de volta para a sua própria dimensão.
            Ao chegar lá, ela ficou um pouco tonta e sua vista demorou a se acostumar com a relativa claridade do ambiente. Assim que ela pôde enxergar normalmente viu Bruno caído no chão e a Flecha dourada de Sagitário encravada em seu peito.
            Ela caminhou até ele e puxou a flecha. Ao fazer isso, o seu inimigo brilhou intensamente até explodir em poeira cósmica. Esse era o fim.
            Para contrariar esse pensamento ela pôde sentir mais uma vez um cosmo poderoso vindo do templo de Apolo, mas dessa vez era o do seu irmão. Logo em seguida o cosmo de Lays explodiu como ela jamais havia sentido, talvez porque ela também quisesse acabar com a luta para poder se dirigir para o templo. Se ela estivesse certa, então teria que se apressar.
            Pois Mariana iria com Lays ao templo de Apolo para ajudar o seu irmão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário